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SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE CRISTÃ NO CENTRO SERRA DO RS

Nesta semana, de 28 de maio a 4 de junho, católicos (ICAR) e luteranos (IECLB) dos municípios Ibarama, Sobradinho, Arroio do Tigre, Segredo, Agudo e Passa Sete, reuniram-se em oito noites de oração pela unidade cristã. Celebrando em igrejas e municípios diferentes, rezando pela reconciliação e caminhada conjunta das igrejas irmãs.

Todos que estiveram na caminhada da semana se encantaram e renovaram a certeza de que é possível quebrar os muros que separam para construir pontes a partir da cruz de Cristo.

Na primeira noite a celebração aconteceu na ICAR de Sobradinho:

SOUC Serra I  SOUC Serra II

 

Segunda noite na comunidade luterana IECLB Arroio do Tigre

SOUC Serra III  SOUC Serra IV

 

Terceira noite, na comunidade católica ICAR Novo São Paulo – Agudo

 SOUC Serra V  SOUC Serra VI

 

Quarta noite, na comunidade Luterana de Passa Sete.

 SOUC Serra VII  SOUC Serra VIII

 

Quinta noite: Comunidade católica de Bela Vista – Segredo

 SOUC Serra IX  SOUC Serra X

 

A sexta noite que estava programada para acontecer na praça no centro de Sobradinho, foi transferida para a comunidade católica em virtude da chuva e do frio.

 SOUC Serra XI  SOUC Serra XII

 

Na tarde de sábado, 03 de junho de 2017, no salão da Comunidade Luterana IECLB, de Sobradinho, um grupo de católicos e luteranos assessorado pelo Ministério Público Estadual, na pessoa da Promotora de Justiça Amanda Giovanaz, refletiu sobre cidadania e meio ambiente.. O encontro foi organizado por lideranças das duas igrejas e CEBI/RS.

A reflexão resultou em compromissos comunitários conjuntos assumidos pelos participantes: conhecer e dar a conhecer nas respectivas comunidades os planos municipais de saneamento básico dos municípios, bem como verificar se as ações estão sendo cumpridas de acordo com o cronograma neles propostos. Todas as comunidades presentes comprometeram-se em promover nos seus salões paroquiais e/ou comunitários a separação correta dos resíduos ali produzidos. Ficou definido que em outubro, por ocasião dos festejos dos 500 anos de reforma luterana, o grupo se reunirá para avaliar o desenvolvimento dos compromissos assumidos e definir avanços na caminhada ecumênica em defesa da casa comum.

 SOUC Serra XIII  SOUC Serra XIV

 

Sétima noite, na Comunidade Luterana IECLB de Sobradinho.

 SOUC Serra XV  SOUC Serra XVI

 

Na noite de Pentecostes a celebração aconteceu na Comunidade Luterana IECLB de Ibarama, encerrando a Semana de Oração pela Unidade Cristã 2017, na certeza de que esta caminhada ecumênica já está consolidada e tende a avançar.

 SOUC Serra XVII  SOUC Serra XVIII.jpg

 

13/06/2017 at 10:41 Deixe um comentário

Nova Coordenação

2017-assembleia-cebi-rs-iiDias 18 e 19 de fevereiro, os representantes dos núcleos e escolas do CEBI-RS estiveram reunidos para estudo, confraternização, troca de experiências e dar sequência à caminhada. Para tanto, foi eleita uma nova coordenação.

No sábado, a assessora, Dra. Luiza Chomenko, da Fundação Zoobotânica – Secretaria Estadual do Meio Ambiente, falou sobre a questão dos biomas no Rio Grande do Sul, em especial o pampa: seu potencial econômico, suas belezas naturais e as ameaças que estes ambientes sofrem. A região de campo aberto, por exemplo, que deu origem à visão idílica do gaúcho como um indivíduo que enxerga longe, é só uma parte do bioma, que é incrivelmente diversificado.

Essa área, onde se enxergava longe, hoje é tomada por florestamento de eucaliptos e pinus. Não se trata de reflorestamento, pois essa prática implicaria replantar a mata nativa, que nunca foi de árvores e florestas. Pode-se dizer que a o agronegócio encurtou a visão do povo gaúcho, tanto em sentido literal quanto figurado.

Outros problemas trazidos pelo agronegócio de ontem e de hoje: arroz (mais de 100 anos de plantação) nos banhados e soja campo afora. Tudo isso é resultado da ganâ2017-assembleia-cebi-rs-iiincia, muitas vezes apoiada pelos governantes e legisladores, que desencadeia a exploração e extração de tudo o que a terra oferece, sem respeitar o tempo e as características do nosso pampa. As políticas beneficiam exclusivamente o poder econômico, em detrimento do povo que ali vive.  O projeto de urbanização também traz problemas, especialmente no banhado, região onde fica “acomodada” especialmente a parcela mais pobre da população. Faltam políticas de incentivo e apoio, principalmente junto ao setor rural.

Faz-se necessária uma política que pense na sustentabilidade dos nossos ecossistemas, levando-se em conta o ser humano e o ambiente que o circunda. No pampa, por exemplo, é hora de retomar a pecuária extensiva de gado (em vez da intensiva) e minimizar os estragos causados pelo agronegócio. Isso exigirá um trabalho coletivo de denúncia e enfrentamento das autoridades, assim como demonstraram os textos bíblicos lidos à tarde, sob assessoria de Edison Costa e Ildo Bohn Gass.

No domingo foi feita a prestação de contas – financeira e de atividades. Na sequência, após a fala da coordenadora do Regional CEBI Sul, Rev. Lúcia, foram encaminhadas as indicações para a nova coordenação (2017-2020), que assim ficou constituída:

Deise Abé – Ibarama (coordenadora)

Raquel Sanquinet – Rivera – Uruguay2017-assembleia-cebi-rs

Luiz A. Faccin – Ijuí

Adelaide Klein – Gravataí

Frei João Osmar – Porto Alegre


Suplentes:

Nair – Ijuí

José Luiz Possato Jr. – São Leopoldo

21/02/2017 at 22:16 Deixe um comentário

ASSEMBLEIA CEBI-RS 2017

 

Encontro de Formação e ASSEMBLEIA GERAL

Data: 18 e 19 de fevereiro de 2017

Local: Centro de Espiritualidade Arturo Paoli – CEPA – São Leopoldo/RS

Convocamos as Coordenações dos Núcleos e Escolas Bíblicas do CEBI/RS.

Convidamos os/as interessados/as no tema.

Justiça Socioambiental e Políticas Públicas

Início: 08:30 h  do dia 18 (sábado – há hospedagem dia 17 [sexta-feira] para quem desejar);

Encerramento: 15 h do dia 19 domingo.

É uma oportunidade para nos encontrarmos, orar, estudar e conviver enquanto promotores/as e animadores/as da Leitura Popular da Bíblia.

Solicitamos que tragam, para partilhar com o grupo, uma pequena síntese do que aconteceu em 2016, no âmbito da Leitura Popular da Bíblia.

No sábado, o Encontro de Formação terá como tema “JUSTIÇA SOCIOAMBIENTAL e POLÍTICAS PÚBLICAS”, refletindo a proposta da Campanha da Fraternidade 2017; no domingo, Assembleia Geral com a presença dos/as participantes dos Núcleos e Escolas Bíblicas para: apresentação das atividades, prestação de contas, projeção para o triênio e eleições da nova coordenação.

Trazer roupa de cama e banho.

O  CEBI-RS custeará as despesas de hospedagem e alimentação.

Inscrições: até o dia 13 de fevereiro, para que a casa possa se organizar – pelo e-mail cebirs@cebi.org.br ou pelo fone 51 98100 6428  – Edison

Endereço do Centro de Espiritualidade Arturo Paoli

Rua Rio Paraguaçu 220   –   Parque Campestre – São Leopoldo-RS

Para chegar: Quem vem de Metrô: Descer na  estação Rio dos Sinos ou na rodoviária de São Leopoldo e iremos buscar. Liguem informando a hora da chegada (51) 98100 6428

Fone CEPA: 51 3568-5122

Abraços!

Neila Allende – Coordenadora CEBI/RS.

08/02/2017 at 11:20 Deixe um comentário

CEBI RS colabora com Agentes de Pastoral da Diocese de Erexim

Agentes de Pastorais Sociais estudam conjuntura atual e missão dos leigos e leigas: Mais de 702016-erechim-nov-1 integrantes da Pastoral da Juventude, da Criança, da Saúde, da Pessoa Idosa, Carcerária, da Cáritas e outros interessados participaram de encontro de formação nesta quinta-feira, 03, no Seminário de Fátima, refletindo sobre a conjuntura atual e a missão dos leigos e leigas à luz de documento da CNBB. A coordenação foi do Ir. Darci Zacaron, Coordenador Diocesano da Cáritas.

Na parte da manhã, depois de oração animada por jovens, os participantes do encontro analisaram aspectos da realidade conjuntural atual com Édison Costa, educador popular e assessor do Centro de Estudos Bíblicos do Rio Grande do Sul. Ele começou destacando as mudanças do mundo atual, velozes e em todas as direções, provocadas pelos avanços tecnológicos que transformam as pessoas e seus comportamentos. As pessoas acabam dependentes da tecnologia e induzidas ao consumismo. Citou o sociólogo polonês Zymunt Bauman, para o qual “três décadas de orgia consumista resultou em uma sensação de 2016-erechim-nov-3urgência sem fim”. A vida acaba se reduzindo a trabalho e consumo. Tudo passa a ser visto em função do lucro, a pessoa e a natureza. Apontou as características da geração atual e da crise geral que afeta as pessoas. Diante da crise, há duas possibilidades, não fazer nada ou tomar uma atitude. Enfatizou a missão do cristão na construção de um mundo justo e solidário.

Na parte da manhã, o grupo teve também a visita de Dom José. Referiu-se à importância da formação permanente dos agentes de pastoral à luz da fé, pois sem esta dimensão não se tem a dimensão eclesial na ação pastoral. Referiu-se à recente reunião do Conselho Permanente da CNBB da qual participou e emitiu nota sobre proposta de emenda constitucional em tramitação no Congresso Nacional sobre o limite de gastos públicos, afetando negativamente setores fundamentais, como a saúde e a educação. Acentuou a necessidade do cuidado com a Casa Comum. Referiu-se ao perigo de uma espiritualidade individualista e subjetivista, com base no fundamentalismo religioso. Ressaltou a contribuição de cada cristão para que o mundo seja melhor.

Na parte da tarde, a professora Selina Maria Dal Moro, Vice-Diretora do Instituto de Teologia de Passo Fundo, assessorou estudo do documento da CNBB “Cristãos Leigos e 2016-erechim-nov-2Leigas na Igreja e na Sociedade, Sal da Terra e Luz do Mundo”. Seguidores de Cristo, a partir do Batismo e da Crisma, são chamados a serem sujeitos eclesiais e presença transformadora no mundo. Referiu-se ao Concílio Vaticano II e a documentos posteriores da Igreja que destacam a vocação e a missão dos leigos. Depois, ateve-se aos capítulos específicos do documento da CNBB: o cristão leigo como sujeito na Igreja e no mundo com suas atuais transformações; o leigo como missionário e cidadão do mundo e a sua ação transformadora na Igreja e na Sociedade.

05/11/2016 at 19:16 Deixe um comentário

Em tempos de escuridão, comunidades renovam a esperança em Gravataí

“Saber esperar sabendo ao mesmo tempo forçar
a hora daquela urgência, que não permite esperar”
(Pedro Casaldaliga)

Em tempos de golpe e de exceção, de perdas de direitos e de ditadura parlamentar-civil e financeira, num domingo chuvoso, cerca de sessenta pessoas da Rede de Comunidades Sagrada Família se reuniram em Gravataí. O objetivo: celebrar a vida e fortalecer a esperança.

O grupo deixou-se iluminar pelo profeta Ezequiel (Ez 37,1-14): mesmo que tudo pareça morto, parado, há muita vida que precisa só de unidade, de um sopro para se fortalecer e seguir na luta. Foram momentos fortes, de animação e alegria, de celebração e oração que brotou da alma. Pessoas simples, de igrejas católicas da região, algumas participando pela primeira vez e se dando conta do que são as CEBs.
No trabalho em oficinas, as pessoas concluíram que não é necessário criar novos grupos, mas unir os já existentes, fortalecer relações, devolver a esperança, organizar e lutar pela vida em abundância para todos e todas, que Jesus veio trazer. Foi lembrando o que o querido Carlos Mesters sempre ensina: “a pessoa cristã precisa ter numa mão a Bíblia e na outra o jornal”, pois a leitura Bíblia não pode estar desassociada da realidade que nos cerca.
Saímos deste II Encontro de CEBS fortalecidas e fortalecidos com a Profecia e a Esperança, motivadas/os para a organização e a luta do povo!!!
O encontro aconteceu no dia 16 de outubro, e foi assessorado pelo biblista Pe. Bonifácio.
*Por Adelaide Klein

01/11/2016 at 21:55 Deixe um comentário

CEBI Regional Sul realiza encontro de formação em Florianópolis, SC

Nos dias 08 e 09 de outubro, reunimos em Canasvieiras, Florianópolis – SC, cerca de 40 mulheres e homens, jovens e adultos do CEBI Regional Sul. Assessorados pelo Jose Luiz Possato Junior, fomos instigados a conhecer e praticar um dos processos metodológicos de LPB com juventudes.
Foi um final de semana repleto de questionamentos, dúvidas e trocas de informações que reafirmou o compromisso do CEBI Sul em dar espaço para as diversas faces e expressões juvenis.
Entrar nesse tema é sempre delicado, pois fazemos parte de um grupo social rodeado de pré-conceitos, desafios, escolhas e voltado de olhares. Somos desafiadas/os diariamente à tomar o “rumo certo”, à fazer a escolha adequada e à termos certas características  culturalmente definidas como nossas.
Estar nesse espaço de discussão e conhecimento nos proporcionou ampliar nosso olhar e tirar certas travas das vistas. Mostrou-nos o protagonismo, ousadia e diferentes experiências de juventude.
Traçamos metas para 2017, sugestões para o próximo encontro, mas principalmente, nos comprometemos que os lugares que estamos conquistando sejam permanentes e ampliados para que estejamos em constante inclusão e expansão de horizontes.
Enfim, que os encontros de Região sejam sempre ambiente fortalecedor e de consolo para as/os construtoras/es do Reino.

“Estamos pelas praças e somos milhões,
Nos campos e favelas somos multidões.
Perdidos, procuramos o caminho,
Ninguém vai ser feliz se andar sozinho!”

*Por Larissa Andreghetti dos Santos, Cebi Oeste – PR
Foz do Iguaçu

01/11/2016 at 21:47 Deixe um comentário

A cultura do estupro descansa sob a sombra da nossa leitura bíblica…

Por: Ronilso Pacheco
A cultura do estupro está presente quando a gente passa por um texto que fala do estupro coletivo covarde de uma jovem, entregue a tantos homens, pelo seu próprio pai, e não torna isso um ponto de partida para discutir a fragilidade e condição vulnerável da mulher na nossa tradição judaico-cristã (Juízes 19,24-29).
A cultura do estupro está presente quando a gente consegue ignorar a história de uma mulher como Agar, negra, escrava de Sara e de Abraão, que é não só violentada pelo patrão, a pedido de sua patroa, como é expulsa por Sara, com o pequeno Ismael nos braços, por causa do ciúme desta que é nossa matriarca da fé cristã, ao lado de Abraão, pai da fé. Somente Deus intervém por ela. Nós invisibilizamos a sua história, porque a de Sara e sua família perfeita é mais importante (Gênesis 16,1-16; 21,1-21).
A cultura do estupro se manifesta quando a gente continua exaltando Davi como homem segundo o coração de Deus e menospreza o fato dele ter coisificado, sexualizado, objetificado uma mulher, Betsabeia, companheira de um soldado seu, a ponto de armar para este homem uma armadilha de morte, para ele, como rei, ficar com essa mulher. A mulher coagida por um homem do poder, seduzida e abusada (2 Samuel 11,2-3).
A cultura do estupro é quando a gente continua lendo o livro de Oseias com essa mesma ilustração machista e medíocre, em que Oseas, homem, é o sujeito honesto e puro, que se relaciona com Gomer, mulher, prostituta, que serve para ilustrar a infidelidade do povo de Israel. A gente não entende que o que se contrapõe a Deus não é a vida de Gomer, mas a condição a que ela chega, fruto do contexto social conduzido pelo próprio estado e a religião, que juntos, usam a prostituição. O Estado usava as festas religiosas para tal (Livro de Oseias).
A cultura do estupro está quando a gente continua culpabilizando a mulher no capítulo 8 do Evangelho segundo João, assumindo a fala de sua acusação de adultério, mesmo o texto mostrando o machismo violento e arrogante dos homens, velhos e jovens, que a trouxeram para cumprirem com satisfação a lei que os livrava de qualquer responsabilidade de violação contra as mulheres, mas puniam esta por qualquer reivindicação de decisão sobre o corpo (João 8,1-11).
A cultura do estupro está no arcabouço dessa leitura que não nos choca, e não nos serve de nenhuma ilustração, o fato do grande sacerdote Esdras, ter proposto como solução para recuperação da fidelidade do povo de Israel a Deus, a expulsão de TODAS as mulheres estrangeiras junto com os seus filhos, para purificar o povo. Matrimônios desfeitos, mulheres largadas solitariamente para fora do território, para que o povo (na verdade os homens) fosse purificado. Coisa que Hitler fez, e achamos um absurdo (Esdras 9 e 10).
A cultura do estupro descansa sob a sombra da interpretação em que continuamos nos digladiando discutindo o protagonismo das mulheres na Igreja. Homens decidindo se elas devem ou não ter, devem ou não falar, etc. E continuamos com essa medíocre subalternidade da mulher justificada, de maneira não só machista mas também prepotente, pela leitura arcaica das palavras de Paulo (algumas duvidosamente atribuídas a ele) como em Coríntios (1 Coríntios 14,33-35).
A cultura do estupro justifica a gente não problematizar nos nossos sermões, situações como a vivida por Tamar, jovem não apenas abusada, violentada, sem direito sobre o próprio corpo, como impedida até de partilhar do prazer e do gozo da relação que tinha (Gênesis 38).
É VIOLÊNCIA ATRÁS DE VIOLÊNCIA. Silenciamento atrás de silenciamento. Marginalização atrás de marginalização. Mas a gente não vai ficar procurando isso na Bíblia. A gente não vai aceitar que digam que a Bíblia é lida sob a lente da mesma cultura machista e legitimadora do estupro diário sofrido por tantas mulheres e adolescentes. As histórias estão ali, mas a gente não aprendeu a discutir nada, a gente não pergunta. Mas afinal, são só mulheres. Nós vamos continuar passando por cima das violências por elas sofridas, e dizendo amém, mesmo que nossa hermenêutica machista contribua sutilmente para o arcabouço desta cultura. A cultura do estupro. É forte, mas é isso.

 

Fonte: https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=877091055734047&id=100002994815262

09/06/2016 at 09:43 1 comentário

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